PEÇA PARA QUE OS DEPUTADOS MANTENHAM LONGE DO PNE AS ESPRESSÕES GÊNERO, IGUALDADE DE
GÊNERO, ORIENTAÇÃO SEXUAL, PORQUE TAL LINGUAGEM NÃO É INÓCUA, MAS É PRÓPRIA DA
IDEOLOGIA DE GÊNERO QUE TEM POR FIM DESTRUIR A FAMÍLIA, E MASSIFICAR O SER
HUMANO, NIVELANDO TODAS AS DIFERENÇAS NATURAIS ENTRE HOMEM E MULHER..
terça-feira, 18 de março de 2014
FAÇA A SUA PARTE JÁ! ASSINE A PETIÇÃO.
Não quero que a Ideologia de Gênero seja inserida no PNE!
Prezado (a) deputado (a),
Peço que vote contra a inserção da Ideologia de Gênero no Plano Nacional de educação. Trata-se de uma ideologia idealizada por fundações internacionais e pelos partidos de esquerda e que tem como objetivo final a abolição da família.
É apresentada sob a maquiagem da luta contra o preconceito, mas na verdade o seu objetivo é subverter completamente a sexualidade humana para que também a família possa ser destruída. Como se trata de uma ideologia controversa e sem nenhum fundamento científico, só resta aos seus defensores apresentá-la sob a bandeira da luta contra o preconceito.
Se essa ideologia for introduzida em nosso sistema educacional, estará comprometido todo o edifício social e legal que tinha seu sustento sobre a instituição da família. Os princípios legais para a construção de uma nova nova sociedade, baseada na total permissividade sexual, terão sido lançados. A instituição familiar passará a ser vista como uma categoria “opressora” diante dos gêneros novos e inventados, como a homossexualidade, bissexualidade, transexualidade e outros. Para que estes novos gêneros sejam protegidos contra a discriminação da instituição familiar, kits gays, bissexuais, transexuais e outros poderão tornar-se obrigatórios nas escolas. Já existe inclusive um projeto de lei que pretende inserir nas metas da Lei de Diretrizes e Bases da Educação nacional a expressão “igualdade de gênero”.
Diante do exposto pelo que vote contra a inclusão da Ideologia de Gênero no PNE. Não custa lembrar que estamos em ano eleitoral e que os responsáveis pela inclusão dessa ideologia em nosso sistema educacional serão lembrados nas urnas.
Atenciosamente,
[Seu nome]
[Seu nome]
CRÉDITOS: http://www.citizengo.org/
segunda-feira, 17 de março de 2014
O que está por trás da VACINA CONTRA HPV
Certa vez, num final de tarde estava caminhando na beira da praia com uma mulher missionária. Ela me falou algo que de vez em quando me recordo. Disse-me que: se quisermos saber o que Deus mais ama na sua criação; é só olharmos para aquilo que o mal mais ataca.
Santo Irineu dizia que a glória de Deus é o homem vivo. Existe nos dias de hoje um esforço para impedir que a glória de Deus se resplandeça, se manifeste através da vida de cada homem e de cada mulher.
Em nenhum tempo da história da humanidade o corpo do homem e da mulher foram tão atacados como nos dias de hoje, em especial na área da fertilidade. É só ver ao nosso redor o arsenal de contracepção: que vão desde o anticoncepcional até a laqueadura evasectomia que são oferecidas muitas vezes sem custo nenhum.
Agora novamente o útero de nossas filhas está sendo alvo de vacinas um tanto quanto questionável. A partir do dia 10 de março deste ano, o Governo Federal tem a meta de vacinar contra o vírus do HPV, meninas na escola entre a idade de 11 a 13 anos. Acontece que este vírus é transmitido principalmente por via sexual. Então porque nossas filhas teriam que receber esta vacina? Existem mais de 100 tipos do vírus HPV, a vacina imuniza somente 4 tipos. Pelo que deveremos expor as meninas aos riscos desta vacina que tem prejudicado tantas mulheres e adolescentes em vários países? No Japão foi suspenso esta vacina na rede pública, devido ser relatados complicações graves por 2000 pessoas, que vai da infertilidade até a morte súbita. Os americanos chegaram a criar um site dedicado a histórias de vítimas e com diversos documentos que comprovariam os altos riscos desta vacina.1
Os países cristãos investem na educação de suas filhas orientando-as para a vivência da castidade. Não só investem como acreditam no potencial delas de fazerem escolhas acertadas no exercício da sexualidade. A castidade é a “vacina” 100% eficaz para proteção contra toda espécie de vírus que é transmitida por via sexual.
Deus nos deu inteligência e livre arbítrio para que possamos sondar os acontecimentos que estão ao nosso redor; e para defendermos aqueles que amamos quando estão em perigo.
Queridos pais, quando suas adolescentes retornarem a escola neste ano, será oferecido a elas a vacina do HPV. Investigue vocês mesmos todos os riscos desta vacina que não é obrigatória. Para ser vacinada a adolescente é necessária a autorização dos pais. É oferecida a opção para os pais de se oporem a esta vacina.
Queridos pais, quando suas adolescentes retornarem a escola neste ano, será oferecido a elas a vacina do HPV. Investigue vocês mesmos todos os riscos desta vacina que não é obrigatória. Para ser vacinada a adolescente é necessária a autorização dos pais. É oferecida a opção para os pais de se oporem a esta vacina.
Que Deus nosso Pai abrigue as filhas de nossa nação, à sombra de suas asas, até que a tormenta passe; como diz o Salmo de hoje.
Créditos:
Cleonice M. Kamer
Consagrada da Comunidade Bom Pastor – SC
domingo, 9 de fevereiro de 2014
Uma república socialista?
Dom Aloísio Roque Oppermann
Arcebispo Emérito de Uberaba (MG)
Se os serviços públicos são geridos por empresas particulares, ou pelo governo, é uma questão de eficiência. Não é de ideologia política. Mas não esqueçamos que os serviços públicos “gratuitos” alguém os precisa pagar. A passagem de ônibus eu posso pagar do meu bolso, diretamente para a companhia particular, que presta esse serviço. Ou eu entrego essa mesma contribuição ao governo, para que ele a administre. Não existe jantar gratuito. O socialismo sempre fascinou a mente humana, porque parece ser mais justo, e atender melhor à parte mais pobre da humanidade. Isto, precisamente, sempre foi o ponto fraco do capitalismo: não ter plano de salvação para os perdedores. Mas o socialismo carrega consigo uma mancha execrável. Não é capaz de respeitar o que é inerente ao ser humano, que é a sua liberdade. Como não conseguirá jamais se estabelecer com a concordância dos cidadãos, precisa se impor à força. As cabeças de quem pensa, e é cioso em permanecer livre, rolam inexoravelmente. Esse regime é o mais catastrófico da história, tendo assassinado mais de 80 milhões de rebeldes. Tornou-se uma mancha na história da humanidade.
No Brasil, alegremente estamos correndo para os braços das ditaduras. Sem pejo nenhum, e sem falsete no rosto dos nossos dirigentes, temos relações diplomáticas preferenciais com nações, onde as liberdades individuais são uma quimera. As visitas oficiais a certos países, de visceral princípio socialista, são uma constante. A importação de médicos estrangeiros (não quero duvidar de sua competência profissional), tem como objetivo acostumar nossa população com as belezas do socialismo. Os gastos financeiros com doações em favor de nações mais pobres (todas socialistas), são uma constante. Os Black Blocs, quebrando com grande satisfação os Bancos, mostram que já estão infectados com esse vírus, francamente anti-livre mercado. Os que querem os serviços públicos todos gratuitos, vivem de um delírio deplorável. Tudo está sendo feito à luz do sol. Os condutores da nação terão o direito de dizer: “eu avisei”. É muito provável que entre os condenados pelos crimes do mensalão, já se encontrem aqueles que, no futuro, serão os dirigentes da Nação.
Fonte: www.vatican.va
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
ONU e pedofilia: tira primeiro a trava do teu olho imundo
A
Organização das Nações Unidas – ONU – lançou fogo pesado contra a reputação da Igreja Católica: nesta semana, divulgou um
relatório em que acusa a Santa Sé de não ter tomado as medidas necessárias para
erradicar os casos de pedofilia na Igreja, e de favorecer a impunidade dos
criminosos. O Vaticano já respondeu a essa infâmia, afirmando que o relatório
possui um conteúdo distorcido e injusto (Fonte: G1)
O
representante do Vaticano na ONU, Arcebispo Silvano Tomasi, disse que o
relatório foi notadamente influenciado por ONGs pró-casamento gay. Afinal, o texto chegava ao ridículo de cobrar mudanças na
doutrina da Igreja sobre
os atos homossexuais, o aborto e a contracepção. Essa cambada perdeu a noção do
conceito de LIBERDADE RELIGIOSA? E o que tem a ver esses assuntos com
a questão da pedofilia?
Dom
Tomasi também ficou perplexo pelo fato de o Comitê da ONU ter ignorado as
explicações detalhadas que a Santa Sé concedeu em uma audiência pública em janeiro, sobre como vem tratando os casos de abuso. Nos
últimos anos, o Vaticano combateu com força a “cultura de acobertamento”.
Os envolvidos em denúncias, muitas vezes, eram simplesmente transferidos de
paróquia, e essa prática insana resultou em sofrimento e sequelas
indescritíveis para dezenas de crianças e famílias.
Hoje, a Igreja exige que os párocos e
bispos ajam de forma muito mais rígida. Em seus últimos dois anos de
pontificado, Bento XVI expulsou da Igreja mais de 400 padres, após denúncias de
pedofilia (Fonte: Último Segundo).
A
Igreja está tomando as suas providências para proteger as crianças dos abusos
sexuais. E a ONU? O que tem feito para combater os abusos
sexuais a crianças praticados em grande número por seus agentes, em zonas de guerra e
áreas de desastres? A denúncia é da ONG inglesa “Save the Children” (Fontes: CNN e BBC News).
Em
2008, a
ONU afirmou que estava buscando facilitar as denúncias das vítimas e que sua
postura era de tolerância era “zero” com os abusos. Porém, no melhor
estilo “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”, a ONU cobra que a
Igreja indenize as vítimas de abuso – o que certamente é uma obrigação –, mas o
fato é que pouco se ouve falar que ela preste assistência ou indenize as
crianças vítimas de seus agentes.
“Poucos são os que ouviram falar de
vítimas que tenham recebido assistência ou apoio financeiro ou até mesmo que
tenham visto os autores dos crimes a serem punidos”.
- Johanna Mac Veigh, uma das responsáveis
da Save the Children, sobre os casos de abuso sexual infantil praticados por
agentes da ONU (Fonte: Público)
É, no mínimo, muito incoerente que uma
instituição que se diz preocupada com o bem-estar das crianças tenha o aborto como uma de suas principais bandeiras,
e financie campanhas “educativas” para sexualizar as crianças.
No ano passado, a OMS, agência da ONU, lançou um guia sobre a educação sexual
para crianças dirigido aos ministros da Saúde e da Educação na Europa, para que
estes, por sua vez, difundam o conteúdo junto às escolas e governos.
Na página 29, o
guia diz que a educação sexual dada pelos pais não é adequada para a sociedade moderna, por
isso o estado deve intervir e garantir que as crianças recebam a “devida”
educação sexual. E o que seria isso? Que tipo de informações as crianças devem
receber? Confiram alguns temas “educativos” indicados pelo guia para abordar
com crianças de:
…0 a 4 anos – “o gozo e o prazer quando tocamos nosso próprio corpo; a
masturbação da primeira infância”; “o direito de explorar a identidade de
gênero”; “o direito de explorar a nudez e o corpo”.
…4 a 6 anos – “amizade e amor por pessoas do mesmo sexo”.
E mais: é efetivamente BIZARRO que a ONU
credencie para participar de suas atividades um instituto que pagava
pedófilos para masturbar e estuprar crianças de 5 meses a 14 anos e, assim, obter dados para uma pesquisa
sobre “orgasmo” infantil. Sim, em janeiro deste ano, o asqueroso Instituto
Kinsey passou a
ser uma das organizações de “status consultivo” da ONU (Fonte: site da ONU).
ONU hipócrita! Sepulcro caiado! Tira
primeiro a trava do teu olho imundo!
*****
Agradeço ao amigo Diogo Linhares, do blog Campo de Batalha, pela ajuda na produção deste post.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Iniciativa popular busca alterar a constituição do estado de São Paulo para defender a vida

SÃO PAULO, 02 Nov. 11 / 08:04 am
Mais de 49 mil assinaturas em prol da emenda constitucional do Estado de São Paulo que visa explicitar o direito à vida desde a concepção até à morte natural, é o saldo momentâneo da Campanha São Paulo pela Vida e será o tema da última videoconferência da programação prévia ao II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida da Human Life International. A conferência será apresentada neste 2 de novembro, às 21h (horário de Brasilia), pelo coordenador da campanha, Prof. Hermes Rodrigues Nery.
O site especial do Congresso (www.livestream.com/congressoprovida), e o da ACI Digital (www.acidigital.com) serão os canais onde os internautas poderão assistir a videoconferência.
"Estamos motivados pela campanha popular da Lei da Ficha Limpa que contou com o apoio de toda Igreja Católica. Agora queremos reunir as mesmas vozes cidadãs para um projeto ainda mais ousado! Diferentemente de outros estados, São Paulo aceita emendas populares em sua Constituição e vamos aproveitar isso para fazer a vontade dos brasileiros, majoritariamente contrários à legalização do aborto!", explica o conferencista.
Iniciada há aproximadamente um ano, em 27 de novembro de 2010, pela Comissão da Diocese de Taubaté (SP) em Defesa da Vida e pelo Movimento Legislação e Vida, a campanha São Paulo pela Vida precisa de 300 mil assinaturas para mudar a constituição do Estado. A iniciativa conta com a adesão de dioceses paulistas e, em outubro, conquistou o apoio da Arquidiocese de Aparecida, onde se localiza o maior santuário mariano do mundo, a Basílica de Nossa Senhora Aparecida.
São Paulo pela Vida também conta com o apoio de diversos movimentos sociais, como o Movimento pela Cidadania em Defesa da Vida - Brasil sem Aborto, grupo de militantes pró-vida presente em pelo menos nove estados brasileiros e Distrito Federal.
O II Congresso pela Verdade e pela Vida começa amanhã, dia 03 de novembro, no Mosteiro de São Bento (SP), com programação especial para sacerdotes e religiosos estendida até o dia 04. Leigos e demais convidados contarão com programação própria nos dias 05 e 06 de novembro. Esta foi a primeira vez que o Congresso ofereceu programação prévia, por meio de videoconferências, com especialistas na área da Bioética, Comunicação e Direito.
Além do conferencista desta noite, Prof. Hermes Rodrigues Nery, participaram das videoconferências, a convite da Human Life International, o mestre em bioética e doutorando na mesma área, o padre diocesano, Hélio Luciano (Arquidiocese de Florianópolis); a procuradora-geral de Justiça do Maranhão, Fátima Travassos; e a jornalista perita em Redes Sociais e Novas Mídias, Fabíola Goulart. Todas as videoconferências estão gravadas no site www.livestream.com/congressoprovida e podem ser assistidas a qualquer momento pela internet.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Vaticano publica importante documento sobre a confissão
O Vaticano acaba de publicar o documento "O sacerdote, confessor e diretor espiritual: Ministro da misericórdia divina", um manual de instruções sobre como ser bons confessores, elaborado pela Congregação para o Clero.
O texto leva as assinaturas do Prefeito do dicastério, Cardeal Mauro Piacenza e o secretário, Dom Celso Morga, que fizeram votos para que "os sacerdotes possam descobrir de novo o valor pastoral destes meios simples, muito comuns, que parece que não têm força pastoral mas que são muito potentes se sabemos administrar bem e se valorizarmos o estar disponíveis para administrá-los".
A primeira parte do texto explica no que consiste o sacramento da Penitência e dá indicações práticas sobre como administrá-lo e recebê-lo melhor. Por exemplo, inclui um exame de consciência só para sacerdotes.
"Que os sacerdotes sejam muito disponíveis para as confissões e a direção espiritual e que ao mesmo tempo, eles, também eu, confessemo-nos freqüentemente e tenhamos a direção espiritual", disse Dom. Morga.
A segunda metade do texto explica a doutrina sobre a direção espiritual, ensina a ajudar a outras almas, e como deixar-se ajudar por um diretor espiritual.
Bento XVI está decidido a dar ele mesmo o exemplo sobre o valor do sacramento da confissão e a direção espiritual. Ele o fará com um gesto bastante expressivo: este verão se sentará em um confessionário durante a Jornada Mundial da Juventude de Madrid e administrará este Sacramento a vários jovens.
"É necessário voltar ao confessionário, como lugar no qual celebrar o sacramento da reconciliação, mas também como lugar onde “ habitar ” com mais frequência, para que o fi el possa encontrar misericórdia, conselho e conforto, sentir-se amado e compreendido por Deus e experimentar a presença da Misericórdia Divina, ao lado da Presença real na Eucaristia".
Com estas palavras, o Santo Padre Bento XVI se dirigia durante o recente Ano sacerdotal aos confessores, indicando a todos e cada um a importância e a conseguinte urgência apostólica de redescobrir o Sacramento da Reconciliação, tanto na qualidade de penitentes, como na qualidade de ministros.
O texto completo em português pode ser visto ou baixado na página da Congregação para o Clero:http://www.clerus.org/clerus/dati/2011-05/20-13/Sussidio_per_Confessori_pt.pdf
segunda-feira, 4 de julho de 2011
A síndrome pós-aborto persegue as mulheres para o resto da vida
Quando na Argentina os legisladores debatem a aprovação do aborto, o Dr. Ernesto Beruti, especialista em clínica obstétrica e ex-chefe da Maternidade do hospital Rawson (Argentina) recordou que em um aborto sempre há duas vítimas: a criança que está por nascer e a mãe, que geralmente termina sofrendo a síndrome pós-aborto, às vezes durante toda a sua vida.
Em uma reunião do Consórcio de Médicos Católicos em Buenos Aires, o perito assinalou que "ante a tragédia do aborto sempre há duas vítimas: a primeira é a criança que está por nascer, que perde o direito mais importante que temos todos os seres humanos, que é o direito à vida; a segunda é a mulher, que muitas vezes o faz por pressão do entorno, do marido, da família, e muitas vezes padece a síndrome pós-aborto, um calvário que despedaça a sua alma e a acompanha o resto de sua vida".
O Dr. Beruti disse que "é preciso ajudar, aliviar, acompanhar e não julgar –com um conceito de total compreensão– a essas pobres mulheres que tiveram a desgraça de ter abortado".
"É mais fácil que uma mulher tire um filho do ventre que retirá-lo de sua cabeça e de seu coração", acrescentou, referindo-se à síndrome pós- aborto.
Ao explicar este padecimento, citou o caso de uma anciã de 82 anos, que perguntou a um homem sentado ao lado em um ônibus que idade ele tinha. Quando este lhe respondeu que tinha 52 e inquiriu por quê a mulher perguntava, ela disse, em voz baixa: "Porque supus que você teria mais ou menos a idade que meu filho teria... se eu tivesse deixado ele viver!"
Outra cita que usou o Dr. Beruti remetia ao folheto "Qual é a causa de minha dor?", da Wisconsin Right to Life Education Fund, dos Estados Unidos. Uma mulher, Nereida Ortiz, dizia: "Disseram-me que essa era a melhor decisão. Mas não me falaram sobre o vazio emocional e físico que ia sentir e que me destruiria para sempre. O que posso fazer com a dor que sinto?".
Beruti explicou os métodos cirúrgicos usados pelos que fazem abortos e mostrou fotografias de pequenos abortados poucas semanas após sua gestação, com todos seus órgãos visíveis e diferenciados.
Amor de Deus é autêntico remédio para as feridas humanas, afirma Bento XVI
Ao presidir este meio-dia (hora local) a oração Mariana do Ângelus, o Papa Bento XVI ressaltou que o amor de Deus, o amor aos irmãos que brota Dele, é o verdadeiro remédio que cura todas as feridas humanas.
Em sua reflexão perante milhares de fiéis reunidos na Praça de São Pedro, o Santo Padre se referiu ao Evangelho de hoje no qual São Mateus propõe as palavras do Senhor Jesus: "vinde a mim todos os que estão fatigados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para vossas almas. Porque meu jugo é suave e minha carga ligeira".
O Papa disse que esse olhar de Cristo ainda hoje “pousa sobre tantas pessoas oprimidas por condições de vida difíceis, mas também privadas de válidos pontos de referência para encontrar um significado e uma meta para sua existência. Multidões estão oprimidas nos países mais pobres, provadas pela indigência; e até mesmo nos países mais ricos são tantos os homens e mulheres insatisfeitos, até mesmo pessoas com depressão”.
Conforme informa a nota de Rádio Vaticano, Jesus promete dar a todos "descanso", mas estabelece uma condição: “Tomai meu jugo sobre vós e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração". O que é este "jugo", pergunta-se o Papa, que em vez de pesar torna-se mais leve, e ao invés de esmagar levanta? O "jugo" de Cristo é a lei do amor, é o seu mandamento, que deixou aos seus discípulos”. ".
"O verdadeiro remédio para as feridas da humanidade, sejam aquelas materiais, como a fome e as injustiças, sejam aquelas psicológicas e morais causadas por um falso bem-estar, é uma regra de vida baseada no amor fraterno, e que tem a sua fonte no amor de Deus. Por isso devemos abandonar o caminho da arrogância, da violência usada para obter posições de maior poder, para garantir o sucesso a qualquer custo", assinalou.
Também em relação ao meio ambiente - disse ainda Bento XVI - devemos renunciar ao estilo agressivo que dominou nos últimos séculos e adotar uma razoável “mansidão”.
Mas acima de tudo nas relações humanas, interpessoais, sociais, a regra do respeito e da não-violência, ou seja, a força da verdade contra qualquer injustiça é aquela que pode garantir um futuro digno do homem, assinala a nota da Rádio Vaticano em Português.
Finalmente o Pontífice alentou a que a Virgem Maria nos ajude "a “aprender” de Jesus a verdadeira humildade, a tomar com decisão o seu jugo suave, para experimentar a paz interior e sermos capazes de consolar outros nossos irmãos e irmãs que trilham com fadiga o caminho da vida".
A Ideologia de gênero é uma "apresentação sinistra" da sexualidade humana
Cardeal André Vingt-Trois
O Arcebispo de Paris e Presidente da Conferência Episcopal Francesa (CEF), Cardeal André Vingt-Trois, advertiu que a chamada "ideologia de gênero" que é a moda em alguns ambientes, é uma representação "escura e sinistra" da sexualidade humana.
Em uma entrevista concedida à Rádio católica Notre Dame, o Cardeal comentou sobre a inclusão da ideologia de gênero nos manuais de assuntos sociais de todas as aulas de première (que corresponde ao penúltimo ano do segundo grau onde a idade média é de 16 anos) obrigatórias a partir do ano escolar 2011-2012.
Esta ideologia, explicou o Cardeal, não tem nenhuma valorização do aspecto afetivo da sexualidade humana, em troca "aborda a experiência humana neste campo de maneira puramente mecânica, com a premissa de que a orientação sexual é uma construção puramente cultural".
O jornal vaticano L’Osservatore Romano (LOR), que recolhe em sua edição da terça-feira 21 de junho as declarações do Cardeal, explica que a ideologia de gênero nasceu nos Estados Unidos há 30 anos, desenvolveu-se logo na Europa seguindo "linhas particulares do primeiro feminismo e logo do pensamento homossexual".
Esta ideologia, segundo o LOR, "pretende afirmar que no mundo moderno a diferença entre homem e mulher é um fato social (uma ‘construção’) antes que algo biológico. Dessa forma a orientação sexual –e com isso a identidade de gênero e o papel do gênero– contaria mais que o sexo biológico".
O Arcebispo de Paris disse também que com a ideologia de gênero incluída na educação dos jovens franceses se propõe "uma sexualidade que se reduz às relações sexuais, sem considerar como estas estão articuladas no desenvolvimento de uma pessoa".
"As autoridades procuram uma educação sexual "centrada exclusivamente nas doenças sexualmente transmissíveis, em dar conselhos sobre como evitá-las, na interrupção da gravidez (aborto), que representa a ‘chave mestra" do programa.
Este é um dos aspectos mais "tristes" dos manuais, continuou, porque "quando os educadores não conseguem gerar uma verdadeira introdução à vida afetiva, são reduzidos a fazer dela um tema de ciências naturais".
O Cardeal sublinhou finalmente a importância de ajudar os jovens a compreender que sua sexualidade e energia afetiva não constituem simplesmente um fenômeno hormonal mas é algo constitutivo da pessoa que deve crescer harmoniosamente "e sempre ao interior de uma autêntica relação humana".
EUA quer impor a ideologia gay nos países católicos
Hillary Clinton
A Secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, elogiou o trabalho de seu departamento na promoção da ideologia gay com eventos como as "marchas de orgulho" (paradas gay) e um concerto de Lady Gaga em Roma (Itália).
Dois peritos advertem que esta postura da administração Obama também poderia terminar por impor esta ideologia nos países católicos.
Austin Ruse, Presidente do Instituto Catholic Family and Human Rights nos Estados Unidos, explicou à agência ACI Prensa que "a administração Obama fez que a agenda dos grupos LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) seja um dos pilares na sua política internacional".
"Fizeram que as embaixadas em todo mundo monitorem e ajudem os grupos homossexuais sem importar se o povo do país aceita (a agenda LGBT) ou não", acrescentou.
Ruse disse à agência ACI Prensa que "os Estados Unidos é muito poderoso e podem forçar os governos do mundo a submeter-se às suas perspectivas para as políticas sociais".
Como mostra deste apoio de Clinton e da administração Obama à ideologia gay que busca destruir o conceito de matrimônio natural, composto por um homem e uma mulher, e a família que se funda nela, no último 27 de junho organizaram junto à organização de gays e lésbicas das agências de relações exteriores, uma celebração do orgulho LGBT.
Os membros destas instituições reuniram 20 chefes de missões da ONU e os fizeram assinar uma declaração pública de apoio à marcha do dia 27 e alentaram "um debate respeitoso e produtivo sobre direitos LGBT".
Depois de uma série de iniciativas executadas na Itália, o único país da Europa que não conta com legislação sobre este tema, e a Eslováquia, Clinton explicou no evento do 27 de junho que o Departamento de Estado também promove os chamados "direitos homossexuais" na Honduras, Uganda, Malaui, Rússia, Turquia, China e outros países.
Também destacou o grande esforço no Conselho de Direitos humanos da ONU em Genebra onde obtiveram ordenar que um estudo para medir "o grau de discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero no mundo" fosse realizado. O Fato foi celebrado pela imprensa secular como algo "histórico" por considerá-la a primeira resolução deste tipo neste organismo.
Do mesmo modo, o departamento de relações exteriores dos Estados Unidos e sua missão permanente ante a Organização de Estados Americanos (OEA) gerou um "observatório" especial para "direitos LGTB" dentro da Comissão Interamericana de Direitos humanos (CIDH).
Sobre este tema, Rebecha Marchinda, Diretora legal da organização World Youth Alliance, –cujo trabalho se realiza principalmente perante a ONU– assinalou à agência ACI Prensa que esta política de promoção da ideologia gay, especialmente em países católicos, "pode terminar na alienação da Igreja do espaço público e do debate sobre estes temas".
"Em vez de reconhecer que os estados têm razões legítimas para reconhecer o matrimônio e a família como instituições, os Estados Unidos procuram enfrentar a Igreja Católica com a sociedade civil afirmando que sua oposição a esta ideologia se apóia somente em idéias retrógradas", denunciou Marchinda.
Algumas destas razões legítimas, explicou, são anteriores à questão religiosa e promovem a dignidade humana e o bem comum.
Rebecha Marchinda disse também à ACI Prensa que não existe uma definição aceita internacionalmente sobre o que significa "orientação sexual" ou "identidade de gênero" e entretanto as autoridades dos Estados Unidos seguem usando estes termos em seu trabalho referente aos direitos humanos.
Com eles, ressaltou, "gera-se confusão entre os estados membros da ONU e especialmente entre aqueles que recebem políticas geradas com esta linguagem para ser aplicadas em suas nações".
Estes conceitos nascem da ideologia de gênero, uma corrente relativista que nasceu nos Estados Unidos há 30 anos e se desenvolveu logo na Europa de acordo à ideologia do feminismo e do pensamento gay.
O que busca é afirmar que a diferença entre homem e mulher é um fato social antes que algo biológico para dar a idéia de que a orientação sexual –e com isso a identidade de gênero e o papel do gênero– contaria mais que o sexo biológico natural.
domingo, 26 de junho de 2011
Ser cristão "não é um traje para ser usado em privado", adverte o Papa
Ao receber ontem os participantes da assembléia plenária do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, o Papa Bento XVI ressaltou que ante os esforços de alguns de expulsar a fé da vida pública, deve recordar-se que "ser cristão não é uma espécie de traje que se usa em privado".
Em seu discurso aos membros do dicastério instituído por ele em outubro de 2010, o Santo Padre destacou que o anúncio que sempre proclamou a Igreja "hoje precisa ser renovado para convencer o homem moderno, freqüentemente distraído e insensível. Por isso, a nova evangelização deve buscar encontrar as vias para que seja mais eficaz o anúncio da salvação, sem o qual a vida é contraditória e carece do essencial".
"Inclusive a aqueles que seguem unidos às raízes cristãs, mas vivem uma relação difícil com a modernidade, é importante fazer que entendam que ser cristão não é uma espécie de traje que se usa em privado ou em ocasiões especiais, mas algo vivo e totalizador, capaz de assumir tudo o que há de bom na modernidade".
Bento XVI sublinhou logo que "o termo ‘nova evangelização’ recorda a exigência de um novo modo de anúncio, especialmente para aqueles que vivem em um contexto como o atual, onde o desenvolvimento da secularização deixou lastros profundos nos países de tradição cristã".
"A crise que vivemos traz consigo os traços da exclusão de Deus da vida das pessoas, uma indiferença geral ante a fé cristã, até a tentativa de marginá-la da vida pública".
"Ademais, freqüentemente se verifica o fenômeno de pessoas que desejam pertencer à Igreja, mas que estão fortemente determinadas por uma visão da vida que contrasta com a fé".
O Papa destacou logo que "anunciar a Jesus Cristo único Salvador do mundo, hoje é mais complexo que no passado, mas nossa tarefa segue sendo a mesma que ao começo de nossa história. A missão não mudou, assim como não deve mudar o entusiasmo e a valentia que moveram os apóstolos e os primeiros discípulos".
Seguidamente expressou o desejo de que nos trabalhos da plenária destes dias, os membros e consultores esbocem "um projeto para ajudar a toda a Igreja e às diversas Igrejas particulares no compromisso da nova evangelização; um projeto onde a urgência de um renovado anúncio se encarregue da formação, em particular para as novas gerações, e se conjugue com a proposta de sinais concretos para que a resposta da Igreja neste peculiar momento seja clara".
Finalmente o Santo Padre assinalou que "se, por uma parte, toda a comunidade está chamada a reforçar o espírito missionário para oferecer o anúncio novo que esperam os homens de nosso tempo, não se pode esquecer que o estilo de vida dos fiéis necessita uma verdadeira credibilidade, quanto mais convincente quanto mais dramática seja a condição das pessoas às quais se dirigem".
Senado de Nova Iorque aprova mal chamado "matrimônio" gay
O Senado do estado de Nova Iorque (Estados Unidos) aprovou na madrugada deste sábado 25 de junho a legalização do matrimônio entre pessoas do mesmo sexo, conforme informa o jornal The New York Times.
A votação foi apertada e foi aprovada após nove horas de debate a portas fechadas com 33 votos a favor e 29 contra. Um total de quatro senadores republicanos votaram a favor da medida, unindo-se aos 29 senadores democratas.
Devido à massiva presença de pessoas manifestando-se a favor e contra a medida foi preciso fechar o Senado para proceder à votação.
A aprovação desta medida era a última etapa na legislação a favor do matrimônio entre pessoas do mesmo sexo, fortemente apoiado pelo governador do estado, Andrew M. Cuomo. Espera-se que Cuomo assine a medida, e a partir desse momento a lei será efetiva depois de 30 dias.
Na atualidade somente cinco dos 50 estados (além de Nova Iorque) permitem o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo: Connecticut, Iowa, Masachusets, New Hamphsire e Vermont, assim como o distrito de Columbia.
A aprovação desta medida foi celebrada pelo lobby gay, que sofreu uma dura e inesperada derrota há apenas dois anos atrás no Senado --que nesta ocasião estava controlado pelos democratas-- para a aprovação desta lei.
Cuomo fez do mal chamado "matrimônio" homossexual uma de suas prioridades para este ano e se pôs à cabeça da medida junto com várias organizações do lobby gay para confrontar a derrota sofrida em 2009.
Graças a esta aliança, Cuomo utilizou três milhões de dólares para campanhas em rádio e televisão para persuadir um punhado de senadores de que deixassem de um lado sua oposição à lei e mostrassem seu apoio à mesma.
Para os senadores republicanos, o mero fato de propor esta medida era uma decisão errônea.
A maioria dos republicanosse opõem a esta opção apoiando-se em fundamentos morais, embora alguns deles aduzam também motivos políticos, temendo que a aprovação do matrimônio homossexual sob seu mandato possa irritar os votantes do seu partido, inclinando a balança para o lado dos democratas nas seguintes eleições.
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