quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Papa destaca importância da comunhão entre os cristãos.



Na audiência geral desta quarta-feira, o Papa Bento XVI destacou a importância da comunhão entre os cristãos. Bento XVI recebeu cerca de 6 mil peregrinos na Sala Paulo VI, e recordou a Semana de oração pela unidade dos cristãos que acontece essa semana no Hemisfério Norte. No Brasil a semana é celebrada de 16 a 23 de maio.

"As relações entre a Igreja Católica e as outras confissões cristãs progrediram nos últimos 50 anos e de modo especial, em 2009, e com a ajuda de Deus, o diálogo pode prosseguir. Devemos saber que o trabalho ecumênico não é um processo linear e que, enquanto os velhos problemas perdem peso, surgem novos problemas e dificuldades. Temos que estar prontos para um processo de purificação, no qual o Senhor nos torne capazes de ser humildes", disse o pontífice.

O Papa pediu a todos que rezem para que os cristãos ofereçam um novo testemunho comum de fidelidade a Cristo, através de orações e esforços. E citou alguns dos passos feitos em prol da aproximação entre os cristãos: os progressos da comissão teológica com os ortodoxos, o décimo aniversário da declaração conjunta com os luteranos sobre a justificação e a decisão de acolher na Igreja um grupo de anglicanos tradicionalistas.

Saudação em português

"Queridos irmãos e irmãs, estamos a viver a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos que, este ano, nos convida a meditar nas palavras de Jesus ressuscitado aos seus discípulos: 'Vós sois testemunhas de tudo isto'. Mas, como poderá o mundo, que ainda não conhece o Senhor, dar crédito às palavras de testemunhas d’Ele divididas, se não mesmo contrapostas? Por isso é muito importante que os cristãos cresçam na profissão comum da fé e no testemunho concorde de Jesus Cristo. A Igreja Católica, sobretudo desde o Concílio Vaticano II, tem criado relações fraternas com todas as Igrejas do Oriente e as Comunidades Eclesiais do Ocidente, mantendo com a maior parte delas diálogos teológicos bilaterais que levaram a encontrar convergências ou mesmo consensos em vários pontos, aprofundando assim os vínculos de comunhão. Peço a oração de todos pela consolidação destas relações fraternas que levem a um fiel e concorde testemunho de Cristo.

Amados peregrinos que, em português, professais a fé no único Senhor de todos os povos e línguas, as minhas cordiais saudações, com votos de serdes obreiros de paz, cooperação e unidade no meio dos vossos familiares e conterrâneos, colaborando com todos os cristãos por amor de Cristo. O seu Nome vos una! Em seu Nome, o Papa vos abençoa!".

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Porque homossexuais não podem adotar crianças. A palavra de Igreja.


- Depois de que diversos meios de comunicação deformaram as declarações de integrantes da Igreja, o jornal “Desde la Fé”, da Arquidiocese de México, explicou as verdadeiras razões pelas quais a Igreja se opõe a que casais homossexuais adotem crianças.


Em um longo artigo, o jornal reafirmou que a Igreja, “fiel à tarefa que foi encomendada por Cristo... expressou sua oposição à lei que permite que casais de homossexuais adotem crianças”. Nesse sentido, criticou que tenham sido deformadas as “declarações de membros da Igreja, citando-as fora de contexto ou inclusive, mentindo desavergonzadamente com o objetivo de desprestigiá-la”.


As razões

Em primeiro lugar, “Desde la Fé” reafirmou que a Igreja não promove a homofobia, senão que ensina que as pessoas homossexuais devem ser acolhidas “com respeito, compreensão e delicadeza, e evitar todo sinal de descriminação injusta”.


“Não é a homossexualidade em si, senão as relações sexuais homossexuais o que a Igreja condena por considerá-las atos intrinsecamente desordenados, contrários à lei natural, que fecham o ato sexual ao dom da vida e não procedem de uma verdadeira complementaridade afetiva e sexual. A Igreja convida aos homossexuais, como a toda pessoa solteira, a viver a castidade”, explicou.


Do mesmo modo, indicou que os casos de pederastia não tiram autoridade moral da Igreja para que se oponha à nova lei, pois precisamente por essa “vergonhosa e dolorosa experiência”, pela qual se pediu perdão, é que “tem autoridade para alertar do perigo que correm as crianças que crescem em um ambiente de homossexualidade”.



O jornal declarou que a Igreja “nunca disse” que os homossexuais não irão ao Céu, porque isso “corresponde somente a Deus determinar quem irá ou não ao Céu.


Foi citada fora de contexto uma passagem de uma carta de São Paulo”.

“São Paulo não fala do Céu, senão do Reino de Deus, que começa já neste mundo.

Não é arrogância dizer que se fala em nome de Deus ao citar a Bíblia, que é Palavra de Deus”, esclareceu.


Sobre a adoção, o longo artigo do “Desde la Fé” agrega que ser bons pais não é só dar as necessidades materiais, senão garantir o “são desenvolvimento físico, mental e moral” das crianças.

“Por bem intencionados que fossem uns “pais” homossexuais, seus próprios estilos de vida afetariam de muitos modos à criança”, comentou.


Também comentou que “por outro lado, não é possível deixar de mencionar a grave possibilidade de que um casal de homossexuais queira adotar crianças com o perverso propósito de utilizar-los para a pornografia infantil, abuso sexual, prostituição, etc.”.


Não pode ser benéfico para uma criança desenvolver-se em um ambiente homossexual.


Numerosos testemunhos de quem passaram pela traumática experiência de ser criados por homossexuais provam isso. Um exemplo disso é Dawn Stefanowicz, que indica em uma página web (www.dawnstefanowicz.com) mais de vinte cinco efeitos que, como numerosos expertos comprovaram, sofre uma criança nessas situações”, indicou.


O artigo completo em espanhol pode ser lido no http://www.siame.com.mx/index.php?option=com_content&task=view&id=7028&Itemid=1

Papa Bento XVI ora por mortos e sobreviventes do Haiti.


Cidade do Vaticano (Terça, 19-01-2010) O Papa Bento XVI voltou a manifestar a preocupação da Igreja Católica com a situação que o Haiti se encontra. Durante a benção apostólica do Ângelus do último domingo (17) aos fiéis reunidos na Praça de São Pedro, no Vaticano, Bento XVI afirmou que está "acompanhando" os esforços de ajuda e reza pelos feridos, os desabrigados e por aqueles que perderam suas vidas no terremoto de 7 graus na escala Richter que devastou o Haiti na terça-feira, vitimando milhares de pessoas.


O Santo Padre ofereceu seu incentivo aos grupos de caridade que assumiram o desafio de ajudar o país em sua "imensa necessidade" depois do devastador tremor e disse que o núncio apostólico em Porto Príncipe, Dom Bernardito Auza, que sobreviveu a catástrofe, o mantém informado sobre a situação no país, mas "muitos padres, frerias e seminaristas, assim como o arcebispo de Porto Príncipe, faleceram".


"Desta forma fiquei a par do doloroso desaparecimento do arcebispo [de Porto Príncipe], assim como de tantos padres, religiosos e seminaristas", afirmou o pontífice ao assinalar que reza "pelos feridos, pelos que não têm casa e por todos os que perderam tragicamente a vida".

Ao final, durante as saudações em diversos idiomas, Bento XVI se dirigiu aos peregrinos de língua francesa (idioma oficial do Haiti) e invocou a proteção da Virgem Maria, "particularmente para a querida população haitiana, tão duramente afetada, para que encontre ajuda e consolo" e desejou que "Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, padroeira do Haiti, proteja seus filhos e suas filhas".

"Imploro sua proteção particularmente para a querida população do Haiti, tão duramente provada, para que encontre assistência e apoio", afirmou o pontifice.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Igreja no Brasil lança campanha para ajudar vítimas do terremoto.


BRASILIA, 14 Jan. 10 / 06:46 pm (ACI).- Com sentido de urgência a Conferência Nacional dos Bisposdo Brasil e a Cáritas Brasileira respondendendo ao pedido de Bento XVI lançaram hoje uma campanha de solidariedade com as vítimas do terremoto que atingiu o país caribenho, na noite do dia 12, vitimando milhares de pessoas, entre elas a fundadora da Pastoral da Criança, Drª Zilda Arns e outros 14 militares brasileiros. Assim, em ação conjunta a CNBB com a Cáritas Brasileira criaram a Campanha “SOS HAITI” para ajudar à população atingida pelo terremoto.

“Com esta campanha, a Igreja pretende fazer um apelo a todas as comunidades, paróquias, dioceses e a sociedade em geral para que organizem coletas em favor do povo haitiano, sugerindo que o dia 24 de janeiro, domingo, seja dedicado a orações pelas vítimas, reflexões e coletas em dinheiro”, informou a CNBB através do seu portal web.

O resultado da campanha brasileira SOS HAITI se integra a campanha mundial promovida pela Caritas Internacionalis em resposta ao chamado do papa Bento XVI para a solidariedade da Igreja ao povo haitiano, informou a CNBB em sua página oficial.

“Tanto mais urgente se apresenta agora o desafio da solidariedade, para um país que já vivia em condições de extrema precariedade. O apelo precisa ser respondido, sobretudo pelo Brasil, em vista de duas vinculações especiais que neste episódio ligam nosso país com o Haiti, primeiro é a presença do contingente do Exército brasileiro, segundo é o falecimento da doutora Zilda Arns”, foi o que expressou, dom Demétrio Valentine, bispo de Jales (SP), a respeito da urgência em ajudar o povo haitiano.

As doações em dinheiro podem ser depositadas nas contas bancárias abertas exclusivamente para a campanha e serão destinadas às ações de socorro imediato, reconstrução e recuperação das condições de vida do povo haitiano.

As contas para depósito são: Banco Bradesco, Agência: 0606 Conta Corrente: 70.000-2; Caixa Econômica Federal OP: 003, Agência: 1041 Conta Corrente: 1132-1; ou Banco do Brasil, Agência: 3475-4 Conta Corrente: 23.969-0. Para mais informações acesse o site da Cáritas Brasileira: www.caritas.org.br.

Dioceses brasileiras também se solidarizam

A arquidiocese de Belo Horizonte concentra esforços e investimentos em uma campanha de solidariedade que será realizada por suas instituições: Vicariato de Ação Social e Política (que tem entre as suas atividades sociais a Pastoral da Criança e da Pessoa Idosa) e as paróquias.

A campanha é uma iniciativa que será realizada ao longo de todo este ano. Todos podem contribuir com qualquer quantia financeira na conta: Banco do Brasil Agência: 3494-0 Conta Corrente: 24847-9, em nome do Vicariato Episcopal para a Ação Social e Política.Outras informações pelo site:www.arquidiocesebh.org.br.

O Cardeal Pedro Odilo Scherer, por sua parte, respondendo ao chamado do Papa a uma pronta solidariedade com esta nação realizou um chamado a todos na arquidiocese de São Paulo a formar um “mutirão de oferta em dinheiro a ser enviada aos nossos irmãos deste vizinho país”.
Para este fim a Cáritas Arquidiocesana abriu a seguinte conta bancária para receber doações: Banco Itaú, Ag. 0057, conta corrente: 17.627-3.
A carta do Cardeal Scherer pode ser vista na íntegra em:
http://www.arquidiocese-sp.org.br/noticias/2010/100114_carta_arquidiocese_terremoto_haiti.jpg.

O Haiti é o país mais pobre do continente americano e o 80 por cento da sua população vive abaixo do limiar da pobreza, com acesso a menos de dois dólares por dia. A capital alberga aproximadamente três milhões de pessoas, agrupadas em bairros de lata, enquanto os outros seis milhões de habitantes vivem dispersos pelo resto do país. O número de vítimas fatais do terremoto ainda não foi determinado.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

2009 em foco - Merece destaque! Bravo!!!


Sumaiyah Marope, candidata ao título de mulher mais bela de Botswana, nação africana, quando perguntada por um dos jurados se apoiaria o casamento entre pessoas do mesmo sexo, foi categórica:

“[A homossexualidade] é um ato não natural.

Deus nos fez homens e mulheres e é apropriado que homens só se relacionem sexualmente com mulheres”, disse.

Com muitas palmas, o público que acompanhava o concurso demonstrou apoio à declaração da moça.

Sumaiyah Marope levou a melhor e foi coroada Miss Botswana.

domingo, 10 de janeiro de 2010

CRISTÃOS DEVEM VIVER COMO FILHOS DE DEUS E IRMÃOS, DIZ PAPA.


CIDADE DO VATICANO, 10 JAN (ANSA) - O papa Bento XVI disse hoje que "não se pode aspirar a um mundo novo" se as pessoas permanecerem "imersas no egoísmo e em hábitos vinculados ao passado".
O Pontífice celebrou na Capela Sistina a Festa do Batismo do Senhor, em que foram batizadas algumas crianças.
Durante a cerimônia, o Santo Padre mencionou o Evangelho de Lucas, que relata o batismo de Jesus no rio Jordão, "em um tempo no qual Israel esperava um mundo diferente e novas palavras", disse o Papa.

Segundo ele, esta é uma necessidade que existe também agora, mas que requer agir como Jesus, que no rio Jordão "se colocou na fila como todos" e deu uma prova de "extraordinária humildade".
O Papa também instou os fiéis a "viverem neste mundo com sobriedade, justiça e piedade", renegando os desejos mundanos e assim tendo "uma vida mais feliz, mais bonita e mais solidária".

"Não se pode estabelecer a fraternidade mediante uma ideologia, menos ainda por decreto de qualquer poder constituído", disse Bento XVI. "Reconhecemo-nos irmãos a partir da humilde, mas profunda consciência de sermos filhos de um único Pai celestial", prosseguiu.

"Como cristãos, graças ao Espírito Santo recebido no batismo, temos o dom e o compromisso de viver como filhos de Deus e como irmãos, para sermos fermento de uma humanidade nova, solidária e rica em paz e esperança", ressaltou o Papa. (ANSA)

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Entra ano e sai ano, e tem muita gente que continua na mesma!

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Em meio a este mundo agonizante e frio, nem tudo é mau, o sal continua a temperar esta terra, as pessoas eucarísticas são candeeiros a iluminar as trevas, e a sinalizar Jesus aos corações.

A mensagem de Natal ainda badala em meus ouvidos; ''Bate o sino pequenino, sino de Belém, já nasceu o Deus menino para o nosso bem''. Aos homens de boa vontade, toda entrada é graça de Deus, pois é graças ao Seu imenso amor que continuamos na estrada, peregrinando rumo ao céu.

Senhor, perdão! Pois te ofendemos!
Senhor, misericórdia! Sem Ti nada somos, ou podemos fazer!

Enquanto esperamos, aguardamos a vinda do Teu Filho...